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Suínos


Comer carne é uma forma de violência, é assassinato! Não seja cúmplice.
Você pode viver sem isso. Conheça o que não vem escrito nas embalagens:
medo, dor, tortura, desrespeito e morte brutal.


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VEJA AQUI VÁRIOS VÍDEOS SOBRE ANIMAIS PARA CONSUMO
(em inglês/espanhol)


Quem é o porco?
Porcos são animais dóceis, amigos e podem viver em contato conosco de modo semelhante aos cães domésticos. São sensíveis e capazes de amar seus donos se conviverem com seres realmente humanos. Porcos são também inteligentes. Testes científicos demonstraram que estão aptos a realizar tarefas semelhantes àquelas desempenhadas por cães e, em alguns casos, podem ser adestrados para executar tarefas tão excepcionais que nenhum outro tipo de animal conseguiria desempenhar. Mas devido ao hábito humano, de consumir esse tipo de carne, o porco é submetido a muitos tipos de agressões e desrespeitos.

O modo como comem (fuçando a comida) deu origem à idéia de que eles não seriam “higiênicos”. Daí o substantivo “porco” ter dado margem à criação do adjetivo do mesmo nome. "Porco” ficou sendo o epíteto não somente de alguém que não tem higiene, mas de diversos outros tipos como os obesos, os policiais, as pessoas sujas, etc.. Hoje considera-se “porcaria” diversos tipos de hábitos ou atos, que os porcos são incapazes de cometer – muito menos intencionalmente -, como emitir gases, arrotar à mesa, retirar secreções do nariz, falar com a boca cheia, não gostar de tomar banho, urinar fora do vaso sanitário, etc.. Convencionou-se usar o adjetivo “porco”, numa referência ao animal, mas na verdade os seres humanos (e somente eles) são capazes de realizar mais “porcarias” - inclusive conscientemente – do que qualquer porco.

Considerando-se que os porcos domésticos acabam em lixões ou comendo lavagem em coxos (não por culpa deles), e que humanos comem de fato verdadeiras “porcarias”, como, entre outras, intestinos de boi, rins, cérebro de macaco, bunda de formiga, olho de passarinho e de atum, baratas, morcegos (na China), ovas de peixe, pênis de cachorro, mortadela (feita com restos de vários tipos de animais), chouriço (feito com sangue de porco), testículos de vários animais, miolo (cérebro de boi), bofe (pulmão bovino), carnes putrefatas (carne-de-sol), carne crua (quibe árabe), picanha sangrenta e buchada nordestina, cabe a pergunta: quem é o porco?

Também em relação ao comportamento e à ética, podemos verificar que realmente há humanos que são porcos (adjetivos) e que há porcos que, pela sua sensibilidade e benevolência, são bem mais “humanos” (adjetivo) que muitos humanos (substantivo). Ele é simplesmente um animal também criado por Deus. A verdade é que ele tem tudo para ser amigo do homem, como ele realmente é. Há diversos casos descritos de porcos que viveram como cães em seu relacionamento com seres humanos.

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Brutalidade no transporte precário: superlotação, muitos adoecem e morrem,
pisoteados, sem ar, feridos e estressados.
Os que sobrevivem são assassinados logo depois.

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Suínos a Caminho do Prato:
1º Estágio: Ao chegar do transporte, os porcos são conduzidos através de currais.
2º Estágio: Os animais são desacordados através de eletrochoque dolorosos que, na maioria das vezes, causam somente a paralisia e os mesmos permanecem conscientes.
3º Estágio: São então pendurados em correntes por uma das patas traseiras.
4º Estágio: São degolados com uma faca afiada, onde se aguarda então o sangue escorrer para os tanques.
5º Estágio: São imersos em água fervente (muitos animais são mergulhados conscientes na fervura).
6º Estágio: Passam pelo processo de esfola onde a pele é toda retirada.
7º Estágio: Chegam a mesa de corte onde são retirado suas vísceras e a carne cortada. Os animais são prensados o máximo possível para minimizar os custos.

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Manejo em pequena escala:
Aqueles que criam porcos em pequena escala e domesticamente costumam castrar os animais (para que possam engordar bastante), forçando-os a uma vida sedentária, reclusa e totalmente incômoda, alimentando-os com todo o tipo de resto de comida, preparando-os para ser abatidos.

Como são mortos:
São mortos através de uma fina, longa e cortante faca que lhes é cravada com perícia, diretamente no coração. Sem se incomodarem se o animal sente dor e em que grau, esses criadores, insensíveis, praticam esse ato friamente, em geral rindo, como se estivessem fazendo algo trivial, como puxar uma descarga, por exemplo. Há aqueles que tem como profissão matar porcos dessa maneira, e assim, todos os dias, realizam seu trabalho. Conheci um deles, uma pessoa no mínimo asquerosa, que me confessou que a sensação que sentia ao introduzir a faca no peito de um porco de 100 quilos era a mesma de matar um homem gordo...

Manejo em grande escala:
Nos matadouros, onde os animais são produzidos industrialmente, não é muito diferente. Assim que nascem, os porquinhos machos são castrados sem anestesia, de modo cruento. Depois que mamarem alguns dias, são afastados da mãe e nunca mais a vêem.

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Castração e dentes arrancados para que não se mordam. Tudo sem anestesia e nenhum cuidado.

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Canibalismo: um comportamento comum, devido aos problemas mentais gerados pelo
sofrimento das condições a que são submetidos.

Prenhez:
As porcas grávidas, nos dias finais da gravidez, são mantidas num tipo de jaula tão pequena que não podem se mover, sendo forçadas a se manter na mesma posição, de pé, sem se voltar para qualquer lado e sem poder deitar-se. E assim têm os seus filhotes, como máquinas de produzir porquinhos. Qualquer mulher que já teve um filho sabe do incômodo característico dos dias finais que precedem o final da gravidez, que exigem a busca de posições mais confortáveis a cada instante. Durante o próprio parto é necessário mudar de posição várias vezes. Imaginem então que tremendo desconforto deve ser sentir as dores, as contrações uterinas, sem poder mexer-se ou deitar-se... as porcas grávidas, geralmente muitas ao mesmo tempo, costumam urrar de dor, o que torna o ambiente em que vivem um local onde se capta uma tristeza e uma agonia indescritíveis. Os animais apresentam sempre um olhar apavorado, talvez pela tremenda dor a que são submetidos.

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Confinamento:
Os demais porcos, castrados e programados para a engorda, vivem igualmente agrupados ou isolados em áreas muito exíguas e costumam agredir-se uns aos outros. Não raro, matam-se ou mutilam-se. Para evitar isso, muitos criadores utilizam drogas calmantes na ração.

Cascos:
Porcos são animais de cascos definidos, adequados para que possam andar na terra, na lama, na relva ou em terrenos macios. No cativeiro, desde quando nascem, são forçados a viver em chão de cimento ou grade, completamente antinaturais. Com o tempo e o aumento de peso, os cascos sofrem maior tensão, o que provoca abertura do ângulo e fissura central, muitas vezes com ferimentos hemorrágicos, seguidos de infecção. Antibióticos são fornecidos em grande quantidade, não para aliviar o sofrimento dos animais (que costumam urrar de dor, sem conseguir andar), mas para evitar as mortes que provocariam prejuízos. As feridas nos cascos são cauterizadas com instrumento de metal em brasa.

Drogas:
Os porcos também recebem cargas consideráveis de outras drogas, além de vacinas e hormônios. Usados regularmente, os remédios contra parasitas, a maior parte cancerígena (DDT e similares), contaminam a gordura destes animais e se alojam no tecido adiposo. Isso faz do toucinho de origem industrial algo perigoso para a saúde. Tal qual a lingüiça “pura” de porco.

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Fontes:
PEA
Instituto Nina Rosa

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