Peixes
Comer carne é uma forma de violência, é assassinato! Não seja cúmplice.
Você pode viver sem isso. Conheça o que não vem escrito nas embalagens:
medo, dor, tortura, desrespeito e morte brutal.
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Peixes
Peixes também sentem dor!
Em um documentário realizado no EUA, estudiosos declararam que os peixes têm em suas bocas quase a mesma quantidade de terminações nervosas que os humanos têm em seus genitais. Assim, puxar um peixe para fora d'água com um anzol seria como tirar uma pessoa da água segurando suas partes íntimas.
Peixes possuem sistema nervoso, ele sentem e respondem à dor, e qualquer um que tenha estudado biologia, sabe que os peixes têm nervos e ccérebro que sentem, a dor, como qualquer outro animal. Embora eles não gritem (de forma audível para humanos) quando estão com dor e em angústia, o comportamento deles deveria constituir evidência suficiente de seu sofrimento quando fisgados ou capturados em redes. Eles se esforçam procurando escapar e, assim fazendo, demonstram a sua vontade de viver.
Sensibilidade:
Muitos peixes, especialmente os que vivem no fundo do mar, usam a boca não só para se alimentar, mas também como uma espécie de sensor geral. Eles possuem uma alta densidade de nervos. Esta informação nos faz refletir sobre os programas de pesca na TV, em que os desportistas ou apresentadores capturam peixes com anzol. Aparentemente bons ecologistas ou bons samaritanos, depois de fisgá-los, eles os devolvem à água. Só que não podem imaginar a dor e o estresse que provocam no animal, que, segundo os especialistas, é suficiente para que a grande maioria não consiga sobreviver.

Peixe morrendo asfixiado.

Dor:
A dor na boca impede que eles se alimentem, o que facilita a inanição e a morte: o sangramento freqüentemente atrai predadores, como piranhas e jacarés. Quando esses programas estrearam, imitando os similares norte-americanos, entendeu-se ser uma boa ação devolver à água os peixes capturados. O ideal seria proibir esses torturantes programas. A sensação de um peixe for a d'água se compara à de um homem sendo asfixiado, sentindo suas forças se esvaírem lentamente. A retirada da água causa uma dor terrível e provoca sangramento das guelras. A dor gerada pelo imenso arpão de um mergulhador quando atravessa o corpo de um peixe deve ser a mesma que sentiríamos se fôssemos trespassados por uma lança.
Peixes em tanques:
Peixes criados em tanques, como tilápias, carpas e trutas, também são submetidos a forte estresse devidos aos espaços exíguos em que são mantidos. Em alguns restaurantes é possível ver aquários onde peixes e lagostas são expostos para ser escolhidos pelos fregueses. Esses aquários estão longe de fornecer o mesmo espaço que esses animais encontrariam na natureza. Muitas vezes, em virtude da urgência em se preparar os pratos, são descamados, têm o couro arrancado, ou são eviscerados ainda vivos! Há certas especialidades culinárias japonesas, um tipo de sushi, em que o peixe é servido ainda vivo. Segundo os experts, é necessário que ele ainda se mova ao ser servido, caso contrário o prato deve ser devolvido!


Métodos de Pesca Comercial: Brutalidade e degradação total do ambiente marinho
Pesca Predatória: do explosivo ao arrastão
Recifes de corais magníficos que levaram milênios para crescer são dinamitados em segundos. Os atuns-azuis, peixes imensos e velozes, capazes de nadar milhares de quilômetros em suas migrações anuais, são facilmente localizados com o uso de helicópteros e aviões. Cardumes de sardinhas com milhões de indivíduos não têm como escapar da localização super-avançada por satélites de rastreamento e barcos equipados com emissores de ultra-som, que os capturam em poucos minutos.Tecnologia de ponta e barcos ultramodernos seqüestram em massa a vida oceânica para o prato de consumidores vorazes.
Os métodos de pesca comercial são de uma brutalidade ímpar: apesar de proibido, ainda se joga dinamite no mar para depois colher os milhares de peixes que flutuam mortos, mesmo que com isso também sejam sepultados extensos bancos de corais milenares e centenas de outros seres vivos. Outra técnica, igualmente proibida e praticada clandestinamente, é pulverizar recifes de coral com cianeto de sódio. Os peixes que se abrigam nas fendas dos corais ficam atordoados com a falta de oxigênio e viram presas fáceis para os caçadores das espécies exóticas de aquários, item unicamente de luxo.

Pesca de arrastão.
Cardume de filhotes dizimados na rede de arrasto.
A conquista se deu após muitos anos de luta da Coalizão de Conservação das Águas Profundas (CCAP), entidade que representa a comunidade científica e pesqueira de vários países. No entanto, o arrastão tradicional, entre os quais se inclui a pesca de camarões, continua permitido e é largamente difundido, praticamente sem restrições. Resta saber se as autoridades governamentais tomarão medidas para a erradicação dessa prática a tempo de salvar a preciosa diversidade marinha.
Mais informações:
http://www.institutoaqualung.com.br/info_pesca51.html
Fontes:
PEA
SVB

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