Outros Animais
Comer carne é uma forma de violência, é assassinato! Não seja cúmplice.
Você pode viver sem isso. Conheça o que não vem escrito nas embalagens:
medo, dor, tortura, desrespeito e morte brutal.
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VEJA AQUI VÁRIOS VÍDEOS SOBRE ANIMAIS PARA CONSUMO (em inglês/espanhol)
Baleias:
No Japão, mais de 500 baleias são mortas todos os anos , o que contraria a comissão Baleeira Internacional, o país alega fins científicos”, porem sabe-se que são vendidas como especiarias alimentares. O Professor Frank Cipriano, da Universidade de São Francisco, EUA, é pioneiro na identificação de carne por técnicas de análise de DNA. Suas mais recentes pesquisas indicaram presença de carne de baleia em alimentos para cães no Japão.

Tubarões:
Também no Japão e nos estranhos mercados alimentícios do Oriente, há o hábito de consumir a sopa de barbatana de tubarão, um dos pratos mais caros do mundo. Pescados vivos são cruelmente despojados de suas barbatanas e em seguida devolvidos ao mar. Via de regra são consumidos pelos companheiros, atraídos pelo sangue dos cortes.


Crueldade que não tem fim! Cães são usado como isca para tubarões, na Ilha da Reuniao.
Caranguejos e Lagostas:
Atrocidades contra os animais existem em todas as partes do mundo. O Brasil não fica longe: aqueles que apreciam caranguejos sabem que costumam ser fervidos vivos! Caranguejo que não se move não é consumido. Em Recife, Pernambuco, grelham a lagosta viva, recém-retirada de um tanque, de onde foi “escolhida” pelo freguês. Depois de ser colocada diretamente na brasa com um peso por cima ela passa instantaneamente da cor verde/azul para vermelha...
Cavalos:
Quando levados aos matadouros, privam-lhes de água, de comida por doze horas para o amaciamento da carne. Depois, conduzidos para o corredor da morte, tangidos, marretados, atordoados e inconscientes, têm as patas cortadas para jorrar todo o sangue, um procedimento exemplar para os que desejam o carimbo do SIF (Serviço de Inspeção Federal), já que em outros recantos, o abate é clandestino, até mesmo de animais recém-chegados, suados, da estropiada labuta.


Jumentos:
Para ilustrar ainda mais a crueldade, podemos citar outro costume praticado no Nordeste brasileiro, onde a carne dos dóceis jumentos é apreciada para a produção de uma modalidade de carne-de-sol. Só que para tornar a carne mais macia cortam-se as patas do animal da articulação do joelho para baixo. Eles ficam urrando de dor, correndo desesperadamente sobre seus cotocos de pernas, esvaindo-se em sangue durante horas, até perder definitivamente os sentidos. Dizem os criadores que isso é necessário, caso contrário a carne permanece dura demais para ser consumida.
Cães e Gatos:
No Vietnã, cães são escolhidos por donas casa e crianças, e são abatidos na hora. Eles são escolhidos e retirados de uma gaiola com um pau com gancho na ponta, espetando o animal pelo pescoço. Em seguida são jogados em água fervendo e suas peles são arrancadas com eles vivos. Cães são vendidos em mercados e restaurantes. Acreditam que sua carne é afrodisíaca. Estima-se que são abatidos 500 cães e gatos por dia. Na China, o “melhor amigo do homem” é uma iguaria. Lá, como aqui, os cães são criados normalmente entre os homens e, quando o dono decide comê-lo, basta assobiar.
O dócil amigo se aproxima, recebe uma forte pancada na cabeça e vai direto para a panela.Existem restaurantes que servem cães São Bernardo, especialmente o “Fondue de cachorro”, o que está gerando fortes protestos internacionais. Os criadores de São Bernardo vêm crescendo a cada ano, pois é quatro vezes mais lucrativo do que criar porcos, vacas e galinhas. No Brasil, gatos são normalmente transformados em churrasco e vendidos nas ruas em espetos.

Aguardando o abate. As latas são para que eles não latam.
Na Ásia são eles, aqui são as vacas, aves e porcos... Qual a diferença entre eles?
Um sente dor outro não? Um sente medo outro não?
Um se desespera outro não? Um tem necessidades emocionais o outro não?


Mercado de carne de cachorro na China e Coréia.

A alegria das pessoas, afinal lá é permitido por lei comer cães, como aqui é normal comer bois.
Até onde se pode usar a desculpa da "cultura?"
O processo de depilação dos cães chineses é com maçarico.
Macacos:
Há requintes ainda mais abomináveis, como o hábito de se consumir o cérebro de certos primatas no Japão. Em um tipo de cerimônia macabra, o grupo de comensais se reúne para uma refeição numa mesa em que orifícios ocupam o lugar do prato. Ali são encaixadas as cabeças de macaquinhos vivos, cujos pêlos são raspados. Com a ajuda de um martelinho as pessoas batem no crânio do animal até que ele desfaleça. Então o garçom retira os ossos superiores da cabeça dos macacos, expondo-lhes o cérebro, que recebe temperos e molho de soja. São imediatamente saboreados por meio de palitinhos típicos da culinária oriental.
Ursos:
Na China, fazendas aprisionam ursos para a extração da bílis para a confecção de xampus, afrodisíacos, e acreditam eles, para dor de cabeça, ressaca, pedra nos rins, etc., sem nenhuma comprovação científica que ateste sua eficiência. Os ursos vivem em jaulas durante toda a sua vida. São mantidos presos, deitados horizontalmente sobre sua própria urina e fezes, queimando-lhes o couro. Com a pata puxam o pequeno vão da jaula. Para saciara a sede, os pobres ursos têm que esticar a língua para lamber as barras da jaula. Têm dores alucinantes de ficarem aproximadamente 15 anos na mesma posição, deformando-lhes os ossos.
Para obterem a bílis, promovem o mais terrível comércio. Durante a extração do líquido plantam um tubo na vesícula, a outra extremidade fica para fora da barriga do urso onde um equipamento de metal suga a bílis. As dores do urso ultrapassam todos os limites imagináveis. Ele urra de dor, mutila-se, procura suicidar-se. Eles o prendem com colete de metal, colocam-no na jaula com barras de pressão e o dopam.

Fazendas de extração de bílis. As jaulas parecem caixões, tão pequenos que não podem se mexer.
Formigas:
Na França se consomem formigas de abdome doce, um tipo de inseto que, por possuir grande concentração de carboidratos em seu abdome, é usado para o preparo de um dos mais sóbrios e caros tipos de guloseima. Essas formigas são mergulhadas numa calda quente de chocolate derretido de modo que o processo envolva apenas o seu abdome, deixando de fora o resto de seu corpo. O “produto” é colocado em caixas especiais. As formigas permanecem vivas por alguns dias, o suficiente para ser vendidas. Consome-se apenas a parte do chocolate. O “resto” da “iguaria”, que é a formiga ainda se movendo, é dispensada.
Rãs:
Rãs passam pelo mesmo problema, pois são criadas em pequenos espaços, abatidas com uma forte pancada na cabeça e, geralmente, têm o couro arrancado ainda vivas.Comer rã é basicamente antiecológico. Esses batráquios são muito importantes para a cadeia alimentar e o equilíbrio dos ecossistemas, já que se alimentam de insetos. Há quem diga que se rãs e sapos desaparecessem, os insetos dominariam a Terra.

Golfinhos
Tartarugas
Ovelhas
Fontes:
PEA
Instituto Nina Rosa





