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Derivados


Comer carne é uma forma de violência, é assassinato! Não seja cúmplice.
Você pode viver sem isso. Conheça o que não vem escrito nas embalagens:
medo, dor, tortura, desrespeito e morte brutal.


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Patê de Foie Gras | Derivados

petatv
VEJA AQUI VÁRIOS VÍDEOS SOBRE ANIMAIS PARA CONSUMO
(em inglês/espanhol)



Leite | Ovos | Mel

Leite e laticínios: Vacas leiteiras e seus filhotes
As vacas leiteiras são tratadas como máquinas de produzir leite: não tomam sol, não amamentam seus filhotes, recebem doses de hormônios, sentem dores (basta ver o tamanho das tetas de uma vaca leiteira) e algumas contraem infecções. Produzem dez vezes mais leite do que sua natureza permitiria.

São inseminadas artificialmente e ordenhadas várias vezes por dia. São mantidas constantemente grávidas para produzirem mais leite e suas crias lhe são roubadas no mesmo dia do nascimento. Os bezerros machos são separados e colocados em minúsculas jaulas, onde não podem se mover. Eles não bebem o leite de suas mães, este lhes é roubado, para alimentar os humanos. Os bezerros serão preparados para virarem "carne nobre", a vitela (leia aqui sobre vitela).

Quando estão exaustas são abatidas. Muitos animais doentes, que mal podem se levantar, são arrastados para os matadouros assim mesmo, para não haver desperdício.

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Vacas usadas como máquinas, privação total de sua natureza e liberdade.
Ninguém precisa do leite de animais para sobreviver. Apenas eles próprios!

Não há diferença na dor que uma mulher sente em ter seus seios inchados e infeccionados (mastite) da dor sentida por uma vaca com os mesmos sintomas; contudo, achamos correto provocar essa doença em vacas para que elas produzam leite em grande quantidade. Através do sofrimento desses animais, produtores são premiados e prestigiados.

Leite é uma excreção natural da vaca, ela gera o leite para seu bezerro, e o que estiver de errado com a sua saúde, vai sair através desse leite (igualmente uma mãe humana para seu filho), só que no caso, quem está mamando é você! Um copo de leite possui: 135 milhões de células de pus, 51mg de colesterol, 300 calorias e 18g de gordura.

Vacas viveriam cerca de 25 anos, mas hoje não passam dos 5. Passam a vida toda prenhas, à base de antibióticos e hormônios (que vão parar no leite também) não pastam, não vêem a luz do dia, nem podem ter contato com seus filhotes, tem infecções e deformidades nas tetas (o que fica apetitoso para moscas varejeiras).

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Cartaz da Campanha do Instituto Nina Rosa Pelo Desaleitamento Adulto - Clique para Ampliar.

Ovos: Galinhas poedeiras e seus pintinhos
As chamadas quintas industriais são locais terríveis e deprimentes. As aves criadas neste tipo de ambiente ficam de tal forma desorientadas e "perdidas", que chegam muitas vezes a atacar o seu companheiro de gaiola de modo canibalesco. Para evitar estes comportamentos de estresse causados pela superlotação excessiva, as extremidades dos seus bicos são cortadas com lâminas quentes e sem a utilização de quaisquer sedativos (leia aqui sobre debicação). Muitas das galinhas morrem devido ao choque; as que sobrevivem, têm de sofrer com as dores o resto das suas vidas.

Em condições normais, as galinhas vivem de 15/20 anos. Criadas neste tipo de sistema de produção industrial, ficam esgotadas muito depressa (chegam a produzir até 300 ovos por ano) e a sua produção começa a diminuir quando atingem os 2 anos de idade. Quando isto acontece, as galinhas são literalmente empacotadas e enviadas para o matadouro, onde serão mortas para serem utilizadas em papas para bebês, ração de animais, sopas, tartes e outros alimentos processados industrialmente.

Com um espaço inferior ao tamanho de uma gaveta de um armário de arquivo, as galinhas não conseguem movimentar-se, nem sequer para estender uma asa. Engaioladas para toda a vida, as aves não conseguem fazer exercício, o cálcio é praticamente todo direcionado para a produção das cascas dos ovos, fazendo com que as galinhas desenvolvam um tipo de osteoporose grave devido ao enclausuramento. Privadas de cálcio, milhões de galinhas ficam paralíticas e acabam por morrer de fome e sede porque não conseguem chegar nem à comida nem aos bebedouros.

ovos

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A rede em arame arranca as penas das galinhas, provocando bolhas dolorosas e
mutila as patas destas pobres aves.
Com apenas um dia de vida, os pintinhos machos
são mortos (enterrados vivos ou fechados dentro de sacos até sufocarem),
descartados como lixo, por serem inúteis para a indústria de produção de ovos.

Em ambientes naturais, galinhas criam amizades, conseguem reconhecer-se entre si, mostram carinho pelos seus filhos e adoram, entre outras coisas, tomar banhos de terra, fazer ninhos e empoleirar-se nas árvores. São aprendizes rápidos e possuem personalidades diferentes. Enquanto algumas são tímidas e afastam-se quando alguém se aproxima delas, outras mostram-se confiantes e cumprimentam os desconhecidos com uma variedade de cacarejos.

Além de possuírem relações sociais complexas, dominam igualmente 30 tipos de vocalizações diferentes, que são utilizados para exprimir diversos sentimentos como satisfação, medo e inquietação. Apesar destas características surpreendentes, ao serem criadas em unidades de produção industrial, este tipo de atividades lhes é totalmente negado

Mel: Abelhas
As abelhas são manipuladas para gerar vários produtos de uso humano: mel, própolis, pólén, geléia real e até ferrão. Elas são insetos inteligentes, descritos como tendo uma das mais complexas formas de comunicação, perdendo apenas para os seres humanos.
Por serem vistas voando livres, elas são consideradas isentas das crueldades comuns na indústria agrícola. No entanto, as abelhas são tratadas exatamente da mesma forma que qualquer outro animal de fazenda. Elas passam por uma rotina de exames e manejos, regimes alimentares artificiais, drogas e tratamentos por pesticidas, manipulação genética, inseminação artificial, transporte (por ar, trilhos ou estradas) e morte.

As abelhas rainhas são inseminadas artificialmente com esperma obtido de abelhas decapitadas. As rainhas são mortas sistematicamente a cada dois anos, porém, depois de certo período de tempo a sua capacidade de reprodução entra em declínio e toda a sua colméia se torna improdutiva e antieconômica. Em Israel, elas são mortas e substituídas todos os anos.

Abelhas esmagadas:
Quando os apicultores manipulam os favos, muitas abelhas são esmagadas e mortas. Uma baforada de fumaça é lançada nas colméias para acalmar as abelhas e facilitar o manuseio. Instrumentos especiais que violam o espaço das abelhas são introduzidos nas colméias para coletar seus produtos quando elas entram nas colméias. As abelhas são separadas de suas colméias através de vigorosas sacudidas ou por jatos fortes de ar. Elas podem ter suas asas e pernas arrancadas.

Cortar as asas das abelhas rainhas previne os enxames, que são a maneira natural de reprodução, alimento e sobrevivência das espécies. Entretanto, os apicultores estão constantemente tentando prevenir este fenômeno natural e usam formas artificiais, como cortar suas asas, para manter as colônias sob controle.

Alimentação artificial:
Os apicultores alimentam as colônias com pólen artificial e calda de açúcar branco para substituir o mel que foi removido. Se essas práticas são mantidas por um longo período de tempo, há uma diminuição da produtividade e tempo de vida. As colônias alimentadas com sua comida natural - mel e pólen - resultam num grande surgimento de abelhas mais vigorosas.

mel

Pesticidas:
Os apicultores se tornam dependentes do uso de pesticidas sintéticos e antibióticos para combater pestes e isso leva a problemas como riscos toxicológicos para apicultores e abelhas, além de risco de contaminação do mel.

Abelhas transportadas:
Abelhas são compradas e vendidas no mundo todo. No transporte, as abelhas podem sofrer de estresse, sufocação, superaquecimento ou frio. Muitas morrem como se fossem sepultadas em suas embalagens, que parecem caixões. Abelhas exóticas são transportadas para países estrangeiros e causam problemas no ambiente natural, espalhando doenças. Elas são consequentemente tratadas como feras e mortas com sabão líquido e seus ninhos são destruídos colocando-se petróleo nas colméias.

Ganhando dinheiro:
Para alimentar a economia da produção de mel na América do Sul, nos anos 50, o governo ordenou pesquisas sobre o uso do mel africano. Essas abelhas são as maiores produtoras de mel no mundo. Infelizmente, elas são também extremamente agressivas. Nenhum tipo de abelhas nativas da América do Sul tem ferrão, mas apenas três espécies produzem mel e certamente não em grandes quantidades. Infelizmente, as abelhas africanas produtoras de mel escaparam e milhares de colméias de abelhas africanizadas são agora destruídas a cada ano nos EUA, porque eles criaram e destruíram as abelhas européias produtoras de mel, mais dóceis, e elas picaram e mataram mais de 600 pessoas.

Polinização:
Em muitos países, os serviços das abelhas são comprados com o propósito de polinizar, resultando no transporte das abelhas e suas colméias por centenas e milhares de milhas. A indústria alimentícia atualmente está procurando manejar artificialmente as abelhas que produzem mel para polinizar plantações, porque abelhas e insetos selvagens (que deveriam polinizar naturalmente as plantações) foram e estão sendo destruídos pelo desenvolvimento de construções, poluição industrial, pesticidas, práticas intensivas em fazendas, destruição de cercas vivas.

O uso de abelhas produtoras de mel é hoje um grande negócio, especialmente em lugares como Nova Zelândia e América. Entretanto, mesmo no Reino Unido apicultores comerciais transportam colméias para encontrar reservatórios de néctar, para produção de mel e para polinização. O pagamento pela polinização é um componente muito importante para o rendimento comercial dos apicultores. Comercialmente a criação de colônias de abelhas é também usada intensivamente para polinizar algumas estufas, particularmente plantações de tomates.

Vivissecção:
Abelhas são também vítimas de vivissecção e um vasto número de experimentos levados em todo o mundo. Infelizmente, sua natureza geralmente quieta faz com que as abelhas sejam facilmente manipuladas e sejam consideradas animais de laboratório ideais. Muitas experiências são desenvolvidas nas colônias para aumentar a produção de mel, o que resulta em mais dinheiro.

No Japão, abelhas sofrem radiação para fazer com que os ferrões se tornem inofensivos, num esforço para atingir uma abelha sem ferrão para um manuseio mais fácil. Na Austrália, testes estão sendo feitos sobre uma proteína no ferrão da abelha para tratar o câncer.

Risco para a saúde:
Mel e outros produtos das abelhas são largamente usados na medicina popular. Entretanto, pessoas com asma ou alergias são recomendadas a não tomarem mel ou geléia real, depois de diversas doenças e mortes; mel também não é adequado para crianças com menos de 12 meses de idade, por causa do risco de botulismo. Abelhas são vistas ingerindo água de plantas de esgoto e é sabido que coletam piche, adesivos e tinta ao invés de própolis.

Além disso, uma comparação dos principais nutrientes do mel e do açúcar demerara mostra que o açúcar é superior em proteína, calorias, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, cobre, ferro, cloro, B6, pantotenato. Os muitas vezes duvidosos benefícios para a saúde dos produtos apícolas não justificam o uso e abuso das abelhas que produzem mel. Existem diversas alternativas de medicamentos disponíveis sem ingredientes animais.



Fontes:
PEAr> Instituto Nina Rosa
www.tomregan-animalrights.com
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