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Bovinos

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Comer carne é uma forma de violência, é assassinato! Não seja cúmplice.
Você pode viver sem isso. Conheça o que não vem escrito nas embalagens:
medo, dor, tortura, desrespeito e morte brutal.


Reflexão | Bovinos | Suínos | Aves | Peixes | Outros Animais | Vitela Baby Beef
Patê de Foie Gras | Derivados

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VEJA AQUI VÁRIOS VÍDEOS SOBRE ANIMAIS PARA CONSUMO
(em inglês/espanhol)


Transporte (mamíferos):
  • Vivem nos excrementos uns dos outros e são expostos a condições severas de temperatura em caminhões abertos.
  • A febre do embarque, que pode ser fatal, é comum em gado transportado a longas distâncias.
  • O transporte em tempo frio resulta em partes do corpo congelarem, causando dores terríveis.
  • Algumas vezes os animais congelam sobre suas próprias fezes ou colados nas laterais ou no chão metálico do caminhão de transporte.
  • Os animais não recebem alimento nem água.
  • Uma pesquisa feita pelo Agri-Practice (Set 95) revelou que 10% dos presuntos pesquisados foram classificados como DFD, o que é "geralmente descrito como uma condição na qual os músculos de suínos normais e saudáveis foram totalmente esgotados de glicogênio devido à exaustão física prolongada antes do abate.
  • O trauma infligido pelas fazendas-fábrica e pelo transporte pode resultar em "baixas" (downers) - animais muito doentes ou fracos para caminhar.
 
Métodos de Abate dos Mamíferos:
  • Pistola Pneumática: Uma "pistola" é apontada para a cabeça do animal e uma vara de metal é disparada para dentro do cérebro.  A pistola é projetada de modo que a haste jamais sai completamente, ela simplesmente vara a cabeça do animal e depois é puxada pelo açougueiro enquanto o animal desmaia. Este disparo, como o animal se agita muito, nem sempre é certeiro e, freqüentemente, atinge o olho ou resvala na cabeça do animal, gerando ainda mais dor.
  • Atordoamento Elétrico: Os animais são conduzidos molhados a um corredor e dali tangidos com choques elétricos de 240 volts.
  • Choques na Cabeça: Um atordoador elétrico é utilizado para produzir um ataque e a garganta do animal é cortada, deixando-o sangrar até a morte.
  • Golpes de Marreta: Utilizando-se de um martelo específico golpeia-se a cabeça do gado quebrando o seu crânio (essa técnica também é usada em vitelas, pois os ossos do crânio de filhotes são mais macios). Nem sempre o martelo acerta com precisão a região que causa a inconsciência, podendo rasgar os olhos ou o nariz do gado.
  • Abate Ritual: Os animais estão totalmente conscientes quando suas jugulares são cortadas. Alguns matadouros prendem o animal por uma perna e penduram-no de cabeça para baixo antes que suas gargantas sejam cortadas, resultando em danos dolorosos dos tecidos em 50% das vezes e, em algumas vezes, crises de vômito.

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Bovinos e Equinos a Caminho do Prato:

  • 1º Estágio: O animal chega à "central de empacotamento", e é colocado em uma área de espera.
  • 2º Estágio: O animal é enfileirado em um curral e um funcionário começa a conduzi-lo, com o auxílio de uma vara de eletrochoque, através de uma porta de aço.
  • 3º Estágio: É feito o pré-abate através de pistola pneumática ou atordoamento elétrico ou golpes de marreta.
  • 4º Estágio: O animal é pendurado em uma corrente pela pata traseira de cabeça para baixo (há a ruptura dos tendões da coxa, e o animal tem a carne rasgada pelo próprio peso).
  • 5º Estágio: É feita uma abertura para esfola do couro (muitos animais recobram a consciência e gritam de dor nesse momento).
  • 6º Estágio: É feita a degola e tanques aparam o jorro de sangue durante alguns segundos.
  • 7º Estágio: O animal é baixado e começa o processo de esfola total e parte dos cortes de tetas, patas e línguas. É COMUM OS ANIMAIS CHEGAREM VIVOS NESTE ESTÁGIO. HÁ RELATOS EM QUE O ANIMAL AINDA ESTAVA PISCANDO OS OLHOS ENQUANTO ESTAVA SENDO RETALHADO.
  • 8º Estágio: O animal é arrastado em uma esteira onde há o corte em uma serra elétrica em duas metades, na posição da coluna vertebral.
  • 9º Estágio: A carcaça é levada para uma câmara de resfriamento (a carne ainda contém calor do sangue).
  • 10º Estágio: A carcaça é levada para a seção de corte em pedaços como os vistos em mercados e açougues.

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Engorda:
O gado não se adapta de imediato a comer grandes quantidades de grãos. A mudança fisiológica abrupta na dieta de grama para grãos causa dolorosos problemas digestivos, principalmente flatulência. Para aumentar o ganho de peso e reduzir os custos alguns produtores adicionam papelão, jornais, serragem e até pó de cimento à ração. Outros preferem adicionar estrume de aves e suínos ou esgoto industrial e óleos.

Manejo:
Qualquer que seja o lugar do mundo, o gado é sempre exposto a duras condições, sofrendo manejo bruto e, freqüentemente, crueldades no decorrer de suas curtas vidas. Só nos Estados Unidos, onde cada cidadão come sete bois de aproximadamente 500 kg em toda a sua vida, mais de 100 mil cabeças de gado são abatidas a cada 24 horas. Principalmente no Brasil, o gado é rotineiramente castrado, seus chifres arrancados, e seu corpo é marcado a ferro quente sem anestesia. Estes procedimentos são realizados somente para benefício econômico e conveniência dos produtores de carne. Ao pastar a céu aberto, eles são expostos a condições climáticas extremas, que vão desde calor insuportável até tempestades e secas.

Muitos animais sofrem e morrem de calor, frio, sede, fome, doenças e envenenamento por plantas tóxicas. Após diversos meses no campo, o gado é transportado para locais de engorda , o que é feito através do fornecimento de grãos . Nesse local, dezenas de milhares de animais são apinhados em áreas lamacentas, infestadas de moscas e cheias de estrume, onde o estresse os torna suscetíveis à febre e a outras dolorosas doenças debilitantes. Defender-se das moscas pode fazer com que eles percam um ou dois quilos por dia, por isso os produtores os pulverizam regularmente com inseticidas altamente tóxicos.

Transporte:
Quando atingirem o peso ideal, os animais são transportados por caminhões até os matadouros. Freqüentemente são manejados com brutalidade: levam choques elétricos de aguilhões, são chutados e arrastados. Podem ser privados de alimento e água e sofrer exposição a condições ambientais difíceis por longos períodos. Caminhões que transportam gado estão sempre superlotados, o que resulta em quedas, pisoteamento e lesões durante o transporte. Os animais que sofrem trauma de pernas, pelve, pescoço ou perna, são arrastados para fora dos caminhões até o piso do matadouro, onde, muitas vezes, agonizando de dor, chegam a esperar horas para ser abatidos.

Animais que estão doentes demais para morrer não recebem eutanásia. Em vez disso, podem ser jogados na “pilha de mortos” e deixados para morrer de doença, sede fome ou hipotermia. Nos Estados Unidos, embora seja requisito de Federal Humane Slaughter Act de 1958 e revisto em 1978 (com exceção de abate kosher e de outras recomendações religiosas), o atordoamento nem sempre é feito com sucesso, devido à incompetência, à indiferença ou à deficiência do equipamento.

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Em vários países do mundo, o transporte de gado é realizado em condições precárias,
em que o animal é submetido à sofrimento e estresse


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Como são mortos:
Mesmo hoje em dia, o processo de abate permanece primitivo e violento. Animais entram no abatedouro um a um. Os criadores mais bem aparelhados, usam um revólver pneumático atordoador, mas, é muito comum a marretada na cabeça, nem sempre certeira. Quando é chegada a hora do abate, os animais, em geral, são forçados a entrar num corredor estreito. Desesperam-se, tentando fugir de todas as formas, viram-se de um lado para o outro, os olhos cheios de terror. Sentem o cheiro do sangue dos companheiros mortos e recusam-se a seguir adiante. Alguns, já sem força, caem; os que permanecem de pé são forçados a prosseguir, tangidos a choques elétricos.

Ao final do percurso, um por um, são contidos em pequenos boxes e covardemente massacrados: recebem marretadas, tantas quantas forem necessárias, até que tombem. Os golpes lhes causam mutilações nos chifres, olhos e focinho. São então suspensos - alguns às vezes ainda vivos - por uma das patas traseiras; seus músculos se rompem em virtude do grande peso de seus corpos. Operários com longas facas cortam a garganta de cada animal, na veia jugular e carótida, deixando-o sangrar até a morte, pendurado de cabeça para baixo. No Brasil, este procedimento é comumente empregado no abate de bovinos. Porcos, cabras, ovelhas, aves e outros animais são igualmente abatidos com idêntica brutalidade, mas sem o uso do atordoamento.

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Abate religioso:
Existe um tipo de abate de cunho “religioso” que segue o preceito segundo o qual não se deve ingerir alimentos com sangue, como praticado para a produção de alimentos judaicos, a chamada comida kosher talvez seja pior que a habitual, pois é marcado por excepcional requinte de crueldade.

Crueldade embutida:
Os criadores costumam afirmar, com um orgulho sinistro, que “da vaca se aproveita tudo”, dos cascos ao chifre, sendo por isso um “animal muito útil ao homem”, conforme aprendemos na escola. Até mesmo as patas, que não seriam comestíveis, fornecem material para a geléia de mocotó. Muitas gelatinas artificiais são produzidas com patas de vacas ou bois, além de conter corantes e aromatizantes artificiais. Portanto, vegetarianos não devem consumir gelatinas de origem animal e geléia de mocotó. Se você ainda não foi convencido de que deve fazer a sua parte deixando de comer carne, lembre-se destas informações na próxima vez que se sentar num restaurante de luxo e pedir uma vitela acompanhada de um bom vinho francês.

Existe um grande movimento internacional de boicote ao consumo de vitela criado justamente pela compaixão que sentimos em relação a esses filhotes. Não peça mais vitela (ou a carne da mãe dela!) nos restaurantes, nem a compre nos supermercados. Mas quer fazer mais? Não freqüente mais lugares que apresentem esse tipo de prato em seu cardápio e avise-os do porquê de sua decisão. Melhor ainda: divulgue isto entre seus amigos.

Propaganda enganosa:
O McDonald´s, rede mundial de hamburgers, gasta milhões de dólares em campanhas de propaganda direcionada a crianças e jovens, tentando mostrar que seu produto é bom. Criaram até um palhaço chamado Ronald McDonald´s. Nos anúncios, ele mostra que os hamburgers nascem como frutas e crescem em pacotes. Esse personagem era interpretado por Jeff Juliano que, ao inteirar-se da forma como o gado vive e é assassinado, abandonou o emprego milionário e tornou-se vegetariano.

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As vacas, mesmo grávidas, são esquartejadas nos abatedouros
e os bezerros são arrancados de seus úteros.
Esses fetos são utilizados para churrasco pelos empregados do abatedouro!

Matadouros Clandestinos:
Você sabe da onde vem a carne que você come?
O consumo de carne proveniente do abate clandestino traz inúmeros prejuízos à saúde. Não tem nenhuma higiene, nem equipamentos adequados, o transporte é precário (houve casos de transporte de carne no mesmo caminhão de transporte de lixo). Nem precisa falar do sofrimento dos animais, e aos diversos danos causados ao meio ambiente.

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Abates clandestinos e um flagrante de trabalho escravo com
25 crianças em matadouro no Rio Grande do Norte.
Eles só continuam matando se você continuar comendo!


Fontes:
PEA
Instituto Nina Rosa
www.mp.ba.gov.br

Comentários (6)

RSS feed Comments
carnivoros
0
todos animais carnívoros abatem suas presas de forma cruel, mas é um instinto de um animal que faz parte da natureza e é isto que garante o equilíbrio ecológico. O ser humano é onívoro, nao somente vegetariano!
alberto , em 06 de maio de 2010 | 15:44:02
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0
Ricardo Gomes,
obrigad@ pela sugestão. Sim, leavremos ela em conta, e iremos dar preferência a imagens de abatedouros brasileiro.
Como muitos devem saber, estudantes de veterinária fazem visitas técnicas a abatedouros. Por mais que não há muitas diferenças no sangue e morte, em breve teremos essas imagens.
Aliás, nessa pa´gina há imagens do rasil tmb, tanto de abatedouro legal, quanto de clandestino.

Para notar que não há muitas diferenças, sugiro assistir ao vídeo "A Carne é fraca", produção brasileira, com imagens e entrevistas em abatedouros legais do Brasil.

Quanto a preocupação com a fome mundial, o parabenizamos e nos dispomos a apoiar qualquer atividade que você esteja fazendo por essa causa.
Caso nãof aça, dispomos no próprio site de uma lista de como ajudar as pessoas:
http://www.uniaolibertariaanimal.com/faca-voce-mesmo/pelas-pessoas-2

No entanto, devo advertir que enquanto nos países mais pobres, milhares de crianças morrem diariamente de fome, esses mesmos países exportam cereais e soja para alimentar animais de abate nos países industrializados.
Cada vez mais pessoas decidem adotar a alimentação vegetariana e assumem desta forma a responsabilidade pelas suas ações.

Esperamos que você nãoe steja passando fome. caso não esteja, parabéns, você tem a opção de ser vegetariano.
Daniele , em 21 de abril de 2010 | 22:41:21
...
0
Isso e Brasil.... coloquem umas fotos mais novas de frigorificos mais modernos por favor. Crueldade e ver pessoas passando fome. Tentem alimentar a humaninade sem carne.
Ricardo Gomes , em 21 de abril de 2010 | 21:48:26
...
0
Joelma e Tania, a primeira forma de se opor contra isso é não financiar a exploração e morte desses animais. Independente da forma como são tratados nas fazendas industriais e no abatedouro, eles não deveriam estar lá para nos beneficiar de carne no prato. Animais não são produtos, e nós temos a opção de não come-los, e de se opor a esse sofrimento.
Não financiem o sofrimento deles. Sejam vegetarianas.
Daniele de Miranda , em 18 de novembro de 2009 | 11:02:23
...
0
Vocês não devem tratar os animais dessa maneira tão cruel, mesmo que eles não são ser humano mas também sente dor.
tania , em 17 de novembro de 2009 | 21:01:10
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Essa maneira em que vocês tratam os boivinos é uma forma muito cruel.
joelma , em 17 de novembro de 2009 | 20:57:56

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