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Animais Acorrentados

Nenhum mal fizeram, mas vivem acorrentados pelo pescoço uma vida inteira. Para os cães — animais altamente sociais — este é um castigo pior do que a morte. Privados de passeio, brincadeira e interacção social, e sem receberem carinho, estes animais não vivem, limitam-se a existir sem dignidade.

Não chega discordar deste abuso, é preciso condená-lo publicamente e amplamente. Dar voz a estes animais que sofrem na pele a ignorância e insensibilidade dos humanos é dever de todos nós que nos importamos com os animais e os respeitamos.


A Realidade dos Acorrentados

Acorrentado a Uma Porta

São milhares e milhares os cães condenados a prisão perpétua, sem que tenham cometido nenhum crime. São mantidos acorrentados uma vida inteira: um castigo pior do que a morte para estes animais.

São demasiados os cães que sofrem em silêncio. Sofrem em silêncio, porque muitas pessoas desconhecem o sofrimento dos animais acorrentados, outras pessoas não se importam e outras simplesmente não se querem “intrometer”.

Muitos animais não têm sequer um abrigo, outros dormem dentro de um bidão ou de uma casota que mal os protege da chuva e das temperaturas extremas. Sentam-se sobre a lama ou sobre o cimento gelado, muitas vezes não têm sequer água fresca à disposição e raramente têm atenção.

Quase nenhum destes cães conhece outra vida que não estar amarrado a uma corrente. Quase nenhum destes cães sabe o que é passear, o que é correr atrás de uma bola, nem muito menos o que é ser acarinhado.

Acorrentados pelo pescoço, estes animais não vivem, limitam-se a existir. Existem sem respeito, sem carinho, sem exercício, sem interacção social e, muitas vezes, sem os cuidados alimentares e higiénicos mais básicos. À medida que os dias se vão transformando em semanas, as semanas em meses e os meses em anos, a maioria destes cães deita-se, senta-se, dorme, come, bebe, urina e defeca dentro do mesmo raio de dois metros...

O Que Há de Errado em Manter Um Cão Acorrentado?

Manter um cão acorrentado é o pior castigo que se lhe pode dar. Os cães são animais de matilha, são animais sociais que precisam de estar integrados numa família (animal ou humana) com a qual possam interagir. Privar um cão de interacção social e de exercício físico é algo extremamente cruel que contraria a sua natureza.

Acorrentar um animal tem um efeito muito negativo no seu temperamento, comportamento e saúde. Um cão que passe todo o dia ou a maior parte do dia preso começa a desenvolver problemas de comportamentais e temperamentais, pois o seu instinto natural de estar em grupo é suprimido. Um cão acorrentado ou isolado apenas consegue aprender que detesta o isolamento e que detesta ter a sua liberdade e os seus movimentos restringidos, enquanto o resto do mundo (incluindo outros animais e pessoas) se podem movimentar à vontade. Um cão acorrentado é um animal constantemente atormentado.


Como Ajudar Um Cão Acorrentado

Acorrentado a Uma Parede

Lutar por minorar o terrível sofrimento dos animais acorrentados é um exercício de cidadania numa sociedade que se pretende justa e solidária. Há muitas pessoas que se preocupam com estes animais, mas nunca tentaram intervir. Contudo, é urgente que todos nos envolvamos. A vida de muitos cães mudou radicalmente, simplesmente porque alguém se preocupou o suficiente para intervir.

Formas de Ajudar

Sensibilizar a Comunidade

A pressão social da comunidade pode ser um factor decisivo para solucionar situações em que os animais são mantidos acorrentados. Por vezes, é mais fácil e eficaz sensibilizar a comunidade do que tentar sensibilizar directamente os responsáveis pelo animal. Uma comunidade desperta para o sofrimento dos animais acorrentados e que condene claramente estes actos cruéis pode ser o suficiente para os responsáveis pelo cão mudarem a sua atitude para com o animal.

Sobretudo nas zonas em que há maior taxa de animais acorrentados, é recomendável a divulgação do folheto informativo “A Vida Passa-lhes ao Lado” em locais estratégicos, como juntas de freguesia, farmácias, mercearias, etc. Uma comunidade informada é o primeiro passo para uma mudança para melhor na vida de muitos animais acorrentados.

Sensibilizar os Responsáveis Pelo Cão

Husky Acorrentado

Quem tem um animal acorrentado fá-lo muitas vezes por ignorância (desconhecem as potencialidades e características dos cães, como sejam a necessidade de interacção e a capacidade para sofrer) e porque é tradição ou costume (por exemplo, por ser comum acorrentar os cães na aldeia ou por os pais e os vizinhos também manterem cães acorrentados), e não por nenhum requinte de malvadez.

Ao abordar uma pessoa que mantém um animal acorrentado, não devemos nunca ter uma atitude de confronto, pois daí não resultará nada de positivo para o animal. Devemos tentar compreender essa pessoa e os motivos que a levam a manter o animal naquelas condições, enquanto lhe perguntamos algo sobre o animal e ao mesmo tempo lhe sugerimos amigavelmente formas de melhorar as condições em que o cão se encontra. Uma forma de “quebrar o gelo” pode ser oferecer uns biscoitos de cão, dizendo, por exemplo, «Trago no bolso alguns biscoitos do meu cão, posso oferecer um ao seu?».

Uma das justificações mais comuns para se ter um animal acorrentado é o intuito de o cão servir de guarda à casa ou dar sinal de perigo. Podemos explicar à pessoa que seria mais eficaz ter o cão dentro de casa, juntamente com a família. Estando acorrentado, o cão não pode fazer nada para impedir que estranhos entrem dentro de casa, a não ser ladrar. Mas, como normalmente um cão acorrentado ladra por tudo e por nada, já ninguém liga. Além disso, a realidade é que um cão acorrentado está completamente indefeso e pode facilmente ser envenenado ou vítima de outro tipo de ataque. Em contrapartida, estando dentro de casa, o cão consegue avisar sobre potenciais perigos de forma muito mais eficaz e o factor surpresa joga contra potenciais intrusos, os quais não sabem o que os espera para lá da porta (sem contacto visual, os potenciais intrusos não conseguem saber o porte nem a quantidade de animais no interior). Ter um cão dentro de casa é verdadeiramente um factor dissuasor — ao ouvir um cão a ladrar do lado de dentro da casa, é muito provável que o assaltante desista do alvo, pois a preferência vai sempre para os alvos mais fáceis e sem surpresas.

Outro motivo comum para se ter um animal acorrentado é simplesmente o de evitar que o cão fuja. Algumas destas pessoas até gostam do animal, mas não se apercebem da crueldade que significa mantê-lo acorrentado. Nestes casos, podemos tentar explicar-lhes algumas características dos cães e como estes sofrem profundamente com o isolamento e a cruel restrição de movimentos que estar acorrentado significa.

Muitas vezes, as pessoas “desistem” dos animais e acorrentam-nos, porque ficam frustradas com o comportamento deles (sujar a casa, estragar algo, atacar alguma pessoa). Contudo, a maioria destas situações são facilmente resolúveis ou minoradas com educação, treino de obediência ou a esterilização dos animais. Procure informar a pessoa acerca destas possibilidades. Parte destas pessoas perdeu mesmo por completo o interesse no animal e não se importaria de o dar para adopção. Nesses casos, podemos tentar explorar essa possibilidade, falando no assunto da adopção à pessoa e procurando um adoptante responsável para o animal.

Rott Acorrentado

 

Não se esqueça que, desde que sejamos simpáticos e não entremos em confronto, por bem do cão, vale sempre a pena falar com os responsáveis por um animal acorrentado no sentido de tentar melhorar a vida dele.

Melhorar as Condições de Vida de Um Cão Acorrentado

A principal melhoria na vida de um animal acorrentado é deixar de estar acorrentado (passando a viver dentro de casa ou ficando no exterior protegido por uma vedação). Contudo, isso nem sempre é possível e, nesses casos, mais vale alguma pequena melhoria no sentido de oferecer maior dignidade ao animal do que ficar tudo na mesma.

Possíveis melhorias incluem:

  • Manter sempre água fresca à disposição do animal.
  • Oferecer regularmente ao animal alimentação adequada (2 ou 3 vezes ao dia).
  • Substituir uma corrente pesada por uma corrente resistente em material leve (com interior em cabo de aço) com vários metros de comprimento.
  • Substituir uma corrente por um sistema de trela presa por uma roldana a um cabo esticado, o que permite maior facilidade de movimento.
  • Substituir a casota por uma melhor que proteja adequadamente da chuva, frio e calor.
  • Substituir a coleira por um peitoral resistente.
  • Oferecer regularmente alguma atenção ao animal e interagir com ele, por exemplo, com alguma brincadeira.
  • No Inverno, colocar palha na casota do cão para o manter mais quente.
  • No Verão, certificar-se de que o cão pode descansar à sombra (sombra de uma árvore ou de uma lona ou guarda-sol).
  • Oferecer ao animal brinquedos, comedouros higiénicos (por exemplo, em aço inoxidável) e recipientes de grandes dimensões para água.

Denunciar o Caso às Autoridades

Labrador Acorrentado

Felizmente, existe  legislação com o objectivo de oferecer alguma protecção aos animais de companhia. Esta legislação estabelece determinadas condições que têm de ser proporcionadas aos animais e que, na esmagadora maioria dos casos, não são cumpridas pelas pessoas que têm um animal acorrentado.

Quando a sensibilização não surte efeito, ou quando o sofrimento de um animal acorrentado é de tal forma grave que exija uma intervenção imediata, recomenda-se que seja feita uma denúncia às autoridades competentes — afinal de contas, a legislação existe para ser cumprida. No entanto, é muito importante ter em conta que, quando as autoridades actuam, o animal pode ser "apreendido" e ir parar ao respectivo canil municipal, onde o poderá esperar sorte ainda pior (num canil municipal, os animais podem ser abatidos após 8 dias de permanência se não forem adoptados). Como tal, antes de efectuar uma denúncia às autoridades, é muito importante garantir previamente a existência de uma família de acolhimento para o animal (temporária ou definitiva) que se disponibilize a ir buscá-lo ao canil, caso necessário.

Lei Federal de Crimes Ambientais 9605/98 artigo 32 (é crime ato de abuso e maus tratos a animais domésticos e outros)

 


Texto: O que o cão diria se pudesse falar

Querido tutor, querida tutora:
Estou preso desde pequenino, a minha vida é uma prisão. Não vês o meu pescoço ferido e a tristeza no meu olhar? Que fiz eu para ser prisioneiro?
Tens um amigo ao teu lado e não notas.

Compreendo muito mais do que tu pensas, compreendo trezentas palavras ou frases, mas tu nunca falas comigo. Claro, não sei falar, mas compreendo tudo mesmo que não fales. Sinto a tua tristeza, a tua alegria como se fossem minhas. Não encontras um amigo entre os seres humanos que seja assim.

Gostava muito de passear contigo, proteger-te não só em casa, mas também nos teus caminhos, gostava de andar, andar. Isto faria tão bem aos meus ossos com reumatismo e aos meus músculos já hirtos.

Só sinto alegria quando me dás a comida, quando passas por mim, quando olhas para mim, dizendo uma palavra com um pouco de carinho. Em vão, espero por tuas festinhas.

Ouviste dizer que um animal não pensa e não sente dor ou alegria. Nada está mais longe da verdade. Fico louco de alegria quando me ligam, quando me tocam com carinho, quando me louvam. E sofro como um louco por não poder andar à solta, não poder brincar e não ter companhia. Vivo na solidão.

Eu, para ti, não passo dum sistema de alarme, isto é: dum aparelho, duma coisa. Eu sou um ser vivo como tu, que sente e sofre, eu sou:
O teu amigo mais fiel.

Carola Justo

PS. Para diminuir o sofrimento dos animais seria oportuno copiar esta carta e colocá-la no correio de tutores com cães acorrentados.

 


 

FAQ sobre cães acorrentados

1. O que é que se entende por acorrentar um cão?

Dsc

Acorrentar refere-se à prática de prender um cão a um objecto estacionário como forma de o manter sob controle. O termo acorrentar não se refere ao acto de passear o cão preso por uma trela.

2. Quais são os problemas associados ao acorrentamento de um cão?

Acorrentar cães é desumano e perigoso.

Acorrentado Os cães são, por natureza, animais sociais que precisam da interacção com pessoas e outros animais para se sentirem bem. No seu estado selvagem os cães, tal como os lobos, vivem em grupos (matilhas) que caçam, brincam e dormem em conjunto. Um animal acorrentado sozinho num local durante horas, semanas, meses ou mesmo anos, vai necessariamente transformar-se num animal frustrado e infeliz. Por mais dócil e meigo que fosse antes de passar a viver preso, vai tornar-se neurótico, ansioso e agressivo.

Fabio Em muitos casos, os pescoços dos cães acorrentados ficam em carne viva e infectados devido a coleiras demasiado apertadas e aos puxões contínuos que dão à corrente para se tentarem libertar. As correntes podem também facilmente emaranhar-se em outros objectos, asfixiando ou estrangulando os cães até à morte.

Acorrentado

Acorrentar os cães também é um risco para as pessoas. Os cães são naturalmente protectores do seu território. Quando confrontados com uma ameaça, reagem de acordo com o seu instinto de lutar ou fugir. Um cão acorrentado, impossibilitado de fugir, sente-se muitas vezes forçado a lutar, atacando qualquer pessoa ou animal estranhos que entrem no seu território. Um estudo efectuado pelo Center for Disease Control, nos EUA, concluiu que os cães acorrentados têm uma probabilidade 2,8 vezes maior de morder. Os cães que mais probabilidade têm de morder são os machos, não castrados e acorrentados.

Tragicamente, as vitímas dos ataques dos cães acorrentados são normalmente crianças.

3. Os cães acorrentados são, de outro modo, bem tratados?

alt Infelizmente, os cães acorrentados raramente recebem atenção suficiente. Recebem alimentação insuficiente, água raras vezes renovada e muitas vezes derramada, cuidados veterinários inadequados, falta de exercício, e estão sujeitos a temperaturas extremas. Têm de comer, dormir, urinar e defecar numa única área confinada. A relva é normalmente transformada em terra dura pelo contínuo caminhar do cão. Os cães acorrentados raramente recebem o mínimo de carinho e são quase sempre ignorados pelos seus guardiães.

4. O acorrentamento dos cães deve ser permitido?

Para se tornarem animais de companhia bem ajustados, os cães devem interagir com pessoas diariamente e praticar exercício regular. Nunca deve ser permitido manter um animal continuamente acorrentado.

alt

Constranger espacialmente um animal por períodos curtos de tempo (nunca mais de três horas seguidas) é aceitável. Os animais temporariamente acorrentados devem ser presos com segurança para que a corrente não se emeranhe em outros objectos. As coleiras devem ser ajustadas correctamente. Nunca devem ser usadas coleiras estranguladoras. A corrente deve ter vários metros de comprimento, para permitir ao animal mover-se confortavelmente.

Corrente

Usar uma roldana ou um carril é preferível a acorrentá-los a um ponto fixo. Mas a melhor maneira de confinar um cão é colocá-lo dentro de casa ou num espaço com uma vedação.

5. Quem diz que acorrentar é desumano?

Todos os especialistas em comportamento e bem-estar animal e todas as associações de defesa animal são unânimes em afirmar que acorrentar um cão é desumano e provoca uma dose considerável de sofrimento físico e psicológico ao animal

O United States Department of Agriculture - USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) afirmou: "A nossa experiência em aplicar o Animal Welfare Act (Acto de Bem-estar Animal) levou-nos a concluir que o confinamento contínuo dos cães com uma corrente é desumano. Uma corrente reduz significativamente o movimento dos cães. Uma corrente pode também ficar emaranhada ou enganchada na estrutura do abrigo do cão ou outros objectos, restringindo ainda mais o seu movimento e causando potenciais lesões."

Em 1997, o USDA determinou que as pessoas e instituições abrangidas pelo Animal Welfare Act não podem manter cães continuamente acorrentados.

A American Veterinary Medical Association - AVMA (Associação Médica Veterinária Americana) também se manifestou publicamente contra o acorrentamento dos cães, afirmando num comunicado: "Nunca acorrente o seu cão porque isso pode contribuir para um comportamento agressivo."

6. Mas os cães acorrentados são bons cães de guarda?

Não, o contrário é que é verdade. Acorrentar gera agressividade, não instinto de protecção.

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Os cães acorrentados não conseguem deter intrusos. Tudo o que podem fazer é ladrar. E, como a maioria deles não são socializados, não são capazes de distinguir uma ameaça real de um amigo de família, o carteiro ou uma criança da vizinhança.

Os melhores cães de guarda são aqueles que vivem dentro de casa e são tratados como parte da família, como os cães K9 da polícia americana.

As estatísticas mostram que uma das melhores formas de deter um intruso é ter um cão dentro de casa. O intruso pensará duas vezes antes de invadir uma casa que tenha um cão do outro lado da porta.

7. Então e as pessoas que não têm meios para comprar uma vedação?

Não é preciso ter uma vedação para ter um cão! Pense nos milhares de indivíduos que vivem em apartamentos em grandes cidades que nem sequer têm quintais. Os seus cães são perfeitamente felizes vivendo dentro de casa com a família e saindo para passeios regulares. Veja na secção 16 formas de ajudar um animal acorrentado como treinar os seus cães de modo a que estes se tornem membros bem comportados da família.

8. Porque é que se deveria fazer aprovar uma lei que banisse o acorrentamento contínuo dos cães?

As autoridades e funcionários locais responsáveis pelo controlo animal recebem centenas de chamadas todos os anos de cidadãos preocupados com animais acorrentados e negligenciados.

Proibir o acorrentamento torna uma comunidade mais segura, porque reduz o número de ataques e mordidas de cães. Além disso, uma lei que regule o acorrentamento de cães oferece aos funcionários uma ferramenta para investigar lutais de cães ilegais, já que a maioria dos cães de luta vivem acorrentados.


Fontes:

www.liberta-me.org

www.animaisderua.org

Baixe material para distribuir e conscientizar: http://www.liberta-me.org/material

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Precisamos de ajuda
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O site Cachorrando chamou a atenção para uma foto e um pequeno texto no Jornal Folha de Londrina (Londrina, Paraná), na semana passada. A partir disso, precisamos de pessoas que escrevam para a redação do Jornal e peçam a retratação do que foi divulgado.

A jornalista, talvez na pressa de entregar a pequena matéria, escreveu algo que termina, em última instância, por danificar seriamente todo o resultado das ações promovidas para garantir o respeito aos animais na nossa cidade.

Postei em meu blog a foto com o texto, mas está também no site www.cachorrando.com.br

Precisamos que muitas pessoas peçam para a repórter corrigir a informação errada que deu. Se ela publicar outra foto ou a mesma, com um texto adequado, mostrando a situação aflitiva, torturante do animalzinho, já podemos estar satisfeitos, porque assim as pessoas não vão ficar com a impressão de que cachorro preso é cachorro feliz!

Agradeço desde já qualquer ajuda!
Rosa
www.educarparadiversidade.blogspot.com
Rosa Belli , em 22 de julho de 2010 | 22:28:14 | url
...
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Eu vejo com muita frequencia um cão acorrentado na cobertura de um edificio que era do INSS e agora está ocupado por pessoas sem teto.
Esse edifício fica da Rua Riachuelo na Lapa no Rio de Janeiro, ao lado do número 54 da mesma rua. A pessoa que mora nessa "cobertura" não tem água nem esgoto, e mantém dois gatos sendo que um deles também fica na coleira acorrentado todo o tempo e agora tem um cão que também fica na coleira e acorrentado. Já tentei me comunicar com essa pessoa mas ela é de um baixo nível tal, que começou gritar quando tentei falar com ela sobre os animais. Já deixei uma reclamação na SEPDA Tel 3402.5417 que fica na Prefeitura do Rio mas até agora, depois de quase 2 meses nada aconteceu. Será que alguém com poder para retirar esses animais poderia fazer alguma coisa? Obrigada
maria cristina , em 29 de março de 2010 | 16:00:45

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